Minhas sobrinhas são gêmeas e se chamam Julia e Isabel. Chamamos elas de Juju e Bebel.
O padrinho de uma delas deu de presente as fadinhas da Tinkerbell.
A Bel falou:
- Olha, eu ganhei a TinkerBEL
Juju:
- E eu ganhei a TinkerJU
Minhas riquesas!!!
domingo, 29 de agosto de 2010
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Macacos me mordam!
ATENÇÃO: esse post não é recomendado para menores por conter palavras de baixo calão!!!
Há muito tempo venho tentando me livrar do péssimo hábito de falar palavrão.
Eu não xingo ninguém propriamente dito, assim, na cara. Mas no trânsito eu solto uns "Sai seu viado", "Vai pra auto-escola, filha da puta"...é claro que eu falo baixo, o cidadão não escuta. Mas falar baixo só tem um lado bom, que é eu não tomar um pau no meio da rua, o problema é que os meus filhos quase sempre estão no carro, e escutam, e isso é vergonhoso!
Eles, até então, não repetiam, mas de um tempo pra cá escuto eles falando entre si: "É foda" ou "Caralho, velho!".
A culpa da minha boca suja é parte da minha falta de controle e parte do meu pai (alguém tem que levar a culpa). Ele fala muito palavrão, caralho é virgula pra ele, e como eu cresci com os meus primos falando também já viu, né!
Eu sei que eles são homens e eu sou uma "mocinha", mas mau hábitoé foda é fogo!
Estou tentando trocar algumas expressões mais corriqueiras por outras mais aceitáveis como:
Porra= Jesus!
Por exemplo, mocinha do telemarketing me deixa esperando no telefone:
-Essa mulher só pode estar brincando comigo, porra!
-Essa mulher só pode estar brincando comigo, Jesus!
Filha da puta= flor do campo (essa teve que ser composta senão a raiva não passa)
Por exemplo, mãe que para em fila dupla para deixar o filho na escola e acha que é dona da rua:
-Estaciona e vai a pé, filha da puta!
-Estaciona e vai a pé, flor do campo!
Eu sei que na prática requer MUITO auto-controle, mas eu estou tentando, gente, eu juro!!!
Há muito tempo venho tentando me livrar do péssimo hábito de falar palavrão.
Eu não xingo ninguém propriamente dito, assim, na cara. Mas no trânsito eu solto uns "Sai seu viado", "Vai pra auto-escola, filha da puta"...é claro que eu falo baixo, o cidadão não escuta. Mas falar baixo só tem um lado bom, que é eu não tomar um pau no meio da rua, o problema é que os meus filhos quase sempre estão no carro, e escutam, e isso é vergonhoso!
Eles, até então, não repetiam, mas de um tempo pra cá escuto eles falando entre si: "É foda" ou "Caralho, velho!".
A culpa da minha boca suja é parte da minha falta de controle e parte do meu pai (alguém tem que levar a culpa). Ele fala muito palavrão, caralho é virgula pra ele, e como eu cresci com os meus primos falando também já viu, né!
Eu sei que eles são homens e eu sou uma "mocinha", mas mau hábito
Estou tentando trocar algumas expressões mais corriqueiras por outras mais aceitáveis como:
Porra= Jesus!
Por exemplo, mocinha do telemarketing me deixa esperando no telefone:
-Essa mulher só pode estar brincando comigo, porra!
-Essa mulher só pode estar brincando comigo, Jesus!
Filha da puta= flor do campo (essa teve que ser composta senão a raiva não passa)
Por exemplo, mãe que para em fila dupla para deixar o filho na escola e acha que é dona da rua:
-Estaciona e vai a pé, filha da puta!
-Estaciona e vai a pé, flor do campo!
Eu sei que na prática requer MUITO auto-controle, mas eu estou tentando, gente, eu juro!!!
Saudades DE NOVO
Ando fuçando uns blogs sobre mães & filhos (logo eu vou postar uma lista dos que eu mais gostei) e ando lendo muito a expressão "colocar os filhos para dormir" e lá vou eu sentir saudades DE NOVO.
Aqui em casa, os meninos (8 e 10 anos) já vão pra cama sozinhos. Eles acordam muito cedo para treinar (7hrs) e por isso dormem cedo, às 21 hrs. A gente só fala: "- Galera, xixi, dente e cama!" E depois passa lá para dar beijo e boa noite. Tem um dia por semana que cada um tá liberado do horário e fica com a gente até mais tarde.
Já a baixinha, como os horários são mais tranquilos, tem dia que o meu marido põe ela na cama, e dia que ela fica com a gente na cama até dormir e depois ele leva ela. Ou seja, não ponho mais ninguém na cama!!!!! Pelo menos não de ficar contando história e etc.
Sonhei tanto com esse dia e quando ele chegou fico eu aqui suspirando pelo passado...mãe é trouxa mesmo!
Mais uma vez, a minha mãe e as velhinhas que me paravam no shopping, tinham razão:
"PASSA TÃO RÁPIDO..."
Pra matar a saudade, meus bebês:
Aqui em casa, os meninos (8 e 10 anos) já vão pra cama sozinhos. Eles acordam muito cedo para treinar (7hrs) e por isso dormem cedo, às 21 hrs. A gente só fala: "- Galera, xixi, dente e cama!" E depois passa lá para dar beijo e boa noite. Tem um dia por semana que cada um tá liberado do horário e fica com a gente até mais tarde.
Já a baixinha, como os horários são mais tranquilos, tem dia que o meu marido põe ela na cama, e dia que ela fica com a gente na cama até dormir e depois ele leva ela. Ou seja, não ponho mais ninguém na cama!!!!! Pelo menos não de ficar contando história e etc.
Sonhei tanto com esse dia e quando ele chegou fico eu aqui suspirando pelo passado...mãe é trouxa mesmo!
Mais uma vez, a minha mãe e as velhinhas que me paravam no shopping, tinham razão:
"PASSA TÃO RÁPIDO..."
Pra matar a saudade, meus bebês:
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Tecnologia X eu
Hoje acordei e meu humor já se elevou. Apesar de eu estar de TPM e a gastrite ter atacado, tenho certeza que o meu dia hoje vai ser melhor.
O meu celular foi me dado pelo meu pai, ele pegou lá na vivo pelos pontos dele e não se adaptou. Fiquei com ele, mas como eu uso Claro, tive que desbloquear, tive um trabalhão, mas tava feliz com o meu aparelho novo, cheio de funções. Isso já deve fazer 1 ano e meio, dois.
Eu sou louca por fotos, e não só por causa da era digital, não. Mesmo porque no nascimento dos meus 2 primeiros filhos era máquina de filme ainda. E a câmera do celular é boa, então comecei a tirar fotos, filmar as crianças... só que o programinha que veio junto, mesmo instalado no meu computador não extraia NADA do aparelho...frustração total!!!
Essa semana, achei um "adaptador de mini-chip" que cabe direitinho na minha impressora, e hoje resolvi testar.
FELICIDADE: Começaram a aparecer fotos na tela que eu nem lembrava mais que tinha tirado, pois eu também não conseguia acessar no celular!!!!!!
Algumas das 78 recuperadas:
Vendo a proporção de fotos que tem da Lia e dos meninos, tomo consciência de quanto eles rejeitam as minhas sessões de foto hoje em dia. Logo logo é ela que não vai querer mais...bora aproveitar!!!
O meu celular foi me dado pelo meu pai, ele pegou lá na vivo pelos pontos dele e não se adaptou. Fiquei com ele, mas como eu uso Claro, tive que desbloquear, tive um trabalhão, mas tava feliz com o meu aparelho novo, cheio de funções. Isso já deve fazer 1 ano e meio, dois.
Eu sou louca por fotos, e não só por causa da era digital, não. Mesmo porque no nascimento dos meus 2 primeiros filhos era máquina de filme ainda. E a câmera do celular é boa, então comecei a tirar fotos, filmar as crianças... só que o programinha que veio junto, mesmo instalado no meu computador não extraia NADA do aparelho...frustração total!!!
Essa semana, achei um "adaptador de mini-chip" que cabe direitinho na minha impressora, e hoje resolvi testar.
FELICIDADE: Começaram a aparecer fotos na tela que eu nem lembrava mais que tinha tirado, pois eu também não conseguia acessar no celular!!!!!!
Algumas das 78 recuperadas:
Paúba - março 2009
Paúba - também
Voltando
Luca banguela
O dia em que a gente atolou voltando de Ibiúna - uma loooonga história!
Bertioga - abril 2009
Sessão pijama
Bailarina
Charminho
Praticamente um book
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Saudades da infância
O meu filho Theo (10) outro dia resolveu desenterrar a coleção de carrinhos dele e levou quase tudo para a escola. O Luca (8), que não sabe mais o que fazer para infernizar o irmão, falou que isso era coisa de bebezinho.
Lá vou eu mandar um mini-sermão. E depois de "carcar" o Luca por zombar o irmão, fui tentar salvar o momento revival do meu filhote com a mais pura verdade: A infância é a melhor fase da vida, apesar de ser a mais curta, e os adultos passam o dia inteiro trabalhando para poder pagar pelos seus "brinquedos" seja eles um video game, um clube para poder jogar bola, cd's, livros, filmes, cursos que não fizeram quando crianças...
Eu tenho saudades da época que eu tinha tempo livre para fazer as coisas que eu gosto... e isso inclue ler, escrever (isso é de longa data, qualquer dia eu posto aqui um dos meus textos de adolescente), ouvir música, jogar (seja o que for, adoro ganhar,rs), dançar...escrever a letra do Faroeste Caboclo dando pause no tape frase por frase e depois ficar cantando para decorar (adiantou, já tentei e ainda sei de cor)
Incrível como as pessoas não percebem que as coisas boas são muito simples, pelo menos as minhas. Ficam se "engalfinhando" (palavra de mamãe), ao invés de aproveitar do simples e bom.
Vamos valorizar as boas risadas do dia-dia...
Lá vou eu mandar um mini-sermão. E depois de "carcar" o Luca por zombar o irmão, fui tentar salvar o momento revival do meu filhote com a mais pura verdade: A infância é a melhor fase da vida, apesar de ser a mais curta, e os adultos passam o dia inteiro trabalhando para poder pagar pelos seus "brinquedos" seja eles um video game, um clube para poder jogar bola, cd's, livros, filmes, cursos que não fizeram quando crianças...
Eu tenho saudades da época que eu tinha tempo livre para fazer as coisas que eu gosto... e isso inclue ler, escrever (isso é de longa data, qualquer dia eu posto aqui um dos meus textos de adolescente), ouvir música, jogar (seja o que for, adoro ganhar,rs), dançar...escrever a letra do Faroeste Caboclo dando pause no tape frase por frase e depois ficar cantando para decorar (adiantou, já tentei e ainda sei de cor)
Incrível como as pessoas não percebem que as coisas boas são muito simples, pelo menos as minhas. Ficam se "engalfinhando" (palavra de mamãe), ao invés de aproveitar do simples e bom.
Vamos valorizar as boas risadas do dia-dia...
Definitivamente sou uma "MÃE MÁ"
“Um dia quando meus filhos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e mães, eu hei de dizer-lhes: Eu os amei o suficiente para ter perguntado aonde vão, com quem vão e a que hora regressarão.
Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.
Eu os amei o suficiente para os fazer pagar as balas que tiraram dos supermercados ou revistas do jornaleiro, e os fazer dizer ao dono: “Nós pegamos isto ontem e queriamos pagar”.
Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé, junto de vocês, duas horas, enquanto limpavam o seu quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.
Eu os amei o suficiente para os deixar ver além do amor que eu sentia por vocês, o desapontamento e também as lágrimas dos meus olhos.
Eu os amei o suficiente para os deixar assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.
Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhes NÃO, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso ( e em alguns momentos até odiaram).
Essas eram as mais difíceis batalhas de todas. Estou contente, venci... Porque no final vocês venceram também! E em qualquer dia, quando meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e mães; quando eles lhes perguntarem se sua mãe era má, meus filhos vão lhe dizer:
Sim, nossa mãe era má. Era a mãe mais má do mundo...
As outras criianças comiam doces no café e nós só tinhamos que comer cereais, ovos, torradas.
As outras crianças bebiam refrigenrante e comiam batatas fritas e sorvetes no almoço e nós tinhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas. Mamãe tinha que saber quem eram nossos amigos e o que nós faziamos com eles.
Insistia que lhe disséssemos com quem iamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos. Ela insistia sempre conosco para que lhe disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade.
E quando éramos adolescentes, ela conseguia até ler os nossos pensamentos. A nossa vida era mesmo chata!
Ela não deixava os nossos amigos tocarem a buzina para que saissemos; tinham que subir, bater à porta, para ela os conhecer.
Enquanto todos podiam voltar tarde, tarde da noite com 12 anos, tivemos que esperar pelo menos 16 para chegar um pouco mais tarde, e aquela chata levantava para saber se a festa foi boa (só para ver como estávamos ao voltar).
Por causa de nossa mãe, nós perdemos imensas experiências na adolescência.
Nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em atos de vandalismo, em violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime.
FOI TUDO POR CAUSA DELA!
Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos fazendo o melhor para sermos “PAIS MAUS”, COMO MINHA MÃE FOI. Eu acho que este é um dos males do mundo de hoje:
Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.
Eu os amei o suficiente para os fazer pagar as balas que tiraram dos supermercados ou revistas do jornaleiro, e os fazer dizer ao dono: “Nós pegamos isto ontem e queriamos pagar”.
Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé, junto de vocês, duas horas, enquanto limpavam o seu quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.
Eu os amei o suficiente para os deixar ver além do amor que eu sentia por vocês, o desapontamento e também as lágrimas dos meus olhos.
Eu os amei o suficiente para os deixar assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.
Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhes NÃO, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso ( e em alguns momentos até odiaram).
Essas eram as mais difíceis batalhas de todas. Estou contente, venci... Porque no final vocês venceram também! E em qualquer dia, quando meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e mães; quando eles lhes perguntarem se sua mãe era má, meus filhos vão lhe dizer:
Sim, nossa mãe era má. Era a mãe mais má do mundo...
As outras criianças comiam doces no café e nós só tinhamos que comer cereais, ovos, torradas.
As outras crianças bebiam refrigenrante e comiam batatas fritas e sorvetes no almoço e nós tinhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas. Mamãe tinha que saber quem eram nossos amigos e o que nós faziamos com eles.
Insistia que lhe disséssemos com quem iamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos. Ela insistia sempre conosco para que lhe disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade.
E quando éramos adolescentes, ela conseguia até ler os nossos pensamentos. A nossa vida era mesmo chata!
Ela não deixava os nossos amigos tocarem a buzina para que saissemos; tinham que subir, bater à porta, para ela os conhecer.
Enquanto todos podiam voltar tarde, tarde da noite com 12 anos, tivemos que esperar pelo menos 16 para chegar um pouco mais tarde, e aquela chata levantava para saber se a festa foi boa (só para ver como estávamos ao voltar).
Por causa de nossa mãe, nós perdemos imensas experiências na adolescência.
Nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em atos de vandalismo, em violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime.
FOI TUDO POR CAUSA DELA!
Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos fazendo o melhor para sermos “PAIS MAUS”, COMO MINHA MÃE FOI. Eu acho que este é um dos males do mundo de hoje:
NÃO HÁ SUFICIENTES MÃES MÁS"
autor desconhecido
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Fotos da Lia
Vejam as fotos da Lilica no blog da fotógrafa Patrícia Duarte:
Tks, Patricia!
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